Hoje penso em si.
E quero ser breve para não sofrer, e sentir lágrimas a escorrer pelo meu rosto.
A vida é um enigma tão perfeito...perfeito demais...
Talvez seja eu a "Burra", que não o saiba decifrar, porque não entendo como me desliguei do mundo, como me desliguei do passado, como me desliguei de tudo o que um dia me fez feliz.
Pensava eu que não era feliz...mas afinal até era...
Hoje, tenho que dizer, preciso dizer, tenho vontade de gritar...AMO-O DINIS:)
Perdoe-me o entusiasmo do sentimento, mas o Dinis é uma pessoa que eu nunca vou esquecer, que eu nunca esqueço, mesmo estando ausente em presença e em palavras.
Apanhou-me numa altura da minha vida em que eu estava descrente, acreditou em mim, apostou em mim, confiou em mim.
Eu não dei tudo o que tinha para dar, faltou muito mais.
Mas a culpa foi minha, não dei por preguiça, e é essa a causa que um dia me vai enterrar.
Quero forçosamente ser independente...mas acho que nunca o serei.
Eu sou uma eterna dependente do que os outros pensam de mim, do que os outros apostam em mim; e sei, que nunca vou evoluir enquanto assim pensar;enquanto assim agir.
Não me vou alongar mais, só quero deixar aqui postado(num blog que há muito não escrevo) que o Dinis foi e é uma pessoa que eu guardo no coração.
Pedir desculpa por não ter feito valer a confiança que depositou em mim.
Um dia, juro, um dia, não sei quando...um dia eu vou fazer valer tudo o que depositou em mim.
Nesse dia, tal como hoje, eu não me vou esquecer de si.
Vou-lhe dizer com um enorme sorriso: - Consegui graças a si.
Um grande beijo da sua eterna aluna
Márcia
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
quarta-feira, abril 30, 2008
Até sempre Severa

Ponde nos braços da banza Um sinal de negro fumo Que diga por toda a parte: O fado perdeu seu rumo.
Teu sonho era a vida Severa, e partiste sem que te perguntassem se querias mesmo partir. Nasceste Severa, e nem te perguntaram se querias nascer..andaste descalça por este mundo a sorrir. Levaram-te num carro para o abismo Severa...Será que te perguntaram se querias mesmo ir? Severa, teus olhos azeitona iluminam o bairro que deixaste, perguntaram-te Severa? perguntaram-te se querias deixar o ingote? perguntaram Severa? Se querias deixar os teus amigos, também descalços tal como tu? Não sei se te perguntaram menina cigana, mas sei que serás sempre insequecivel; teu nome reflecte o que eras...Severa...nada de pequenas coisas nem de frescuras; quem te quisesse alcançar, teria de ser como tu: um pé descalço! e como admiro isso em ti CIGANA! Severa...desde que partiste em tão tenra idade(12 anos talvez? perdoa Severa, mas nunca soube ao certo a tua idade), o teu bairro, esse Ingote iluminado pela luz dos teus olhos, perdeu grande parte do seu brilho. Gostaria que tudo fosse diferente Cigana; gostaria de te ouvir cantar o fado de Liboa como só uma cigana como tu sabia fazer, cantar em romanês...esse idioma caracteristico da tua cultura Severa! Que saudades menina! Ficarás comigo Ficarás no mundo Ficarás, Sever; para sempre aqui no teu Ingote. ATÉ SEMPRE MENINA CIGANA
Chorai, fadistas, chorai, Que a Severa se finou, O gosto que tinha o fado, Tudo com ela acabou.
segunda-feira, outubro 16, 2006
Apesar de já não ser novidade (para alguns), o mercadinho do botânico voltou a abrir portas este sábado.
Os produtos expostos para venda são de origem em produção biológica.
No entanto este mercado assume-se publicamente como “mercado de agricultura sustentável”; isto porque, para os produtores poderem rotular os seus produtos como biológicos, teriam de ter a uma certificação a nível europeu, e o custo da certificação, no caso dos pequenos produtores, não compensa.
Os produtos biológicos ainda são, para alguns, um grande mistério.
Ouve-se dizer que faz bem à saúde, que são bons para o meio ambiente.
Mas, a pouca procura destes produtos, leva a crer que a informação não chega ao potencial consumidor da melhor maneira.
Paulo Coelho, um dos comerciantes certificado de produtos biológicos, acredita que o maior apoio a receber é a nível de informação e educação, “ para falar a verdade, eu não acho que o mais importante seja pedir dinheiro ao estado para o modo de produção biológico.
A agricultura em geral conta com alguns apoios financeiros, o modo de produção biológico conta ainda com mais uma ajuda especial, a ajuda à produção. Eu acho que seria muito mais importante ter apoio a nível de educação e de informação; porque é que não existe uma disciplina relativa à nutrição? É obvio que as pessoas não compram o que não conhecem”, afirma Paulo Coelho.
Um dos factores negativos para a compra deste tipo de produtos, é porque são mais caros que os normais.
A questão que se poderá colocar é se o caro se torna barato, Paulo Coelho não tem dúvidas nenhumas em relação a esta questão, “ os produtos biológicos são, de facto, mais caros. Cerca de 30% mais caros. No entanto no que toca à qualidade do produto, o caro acaba por sair barato.
Este género de produtos é extremamente rico em nutrientes.
Por exemplo, aqui no mercadinho do botânico, temos um género de maçã típica do interior, chama-se a maçã de Esmolf, é saborosa, aromática e com baixo de teor de água. Comparando com outras maçãs, como a golden (muito consumida em Portugal)
a de Esmolf é muito mais rica em nutrientes, a Golden contém imensa água, o que o consumidor está a pagar é em parte grande parte a água contida no produto”, exemplifica o mesmo.
A malápia de Gouveia é outra maçã de origem biológica vendida no mercadinho que, tal como a de Esmolf, é muito rica em nutrientes e com pouca água, “o que diferencia o produto biológico do não biológico, é que quanto mais água possuírem, menos sabor têm, os produtos biológicos são muito mais ricos em vitaminas”, realça Paulo Coelho.
Porque é que os outros são mais baratos?
Uma pergunta bastante pertinente é : porque é que os produtos biológicos são mais caros?
Para Paulo Coelho não faz sentido nenhum, “uma agricultura biológica não polui, todos os animais têm de ser criados em regime de ar livre, nós acabamos por pagar mais caro por a poluição que outro género de agricultura faz.
Se calhar, os produtos biológicos serem 30% mais caros ainda é pouco, tendo em conta a questão da saúde e do Ambiente. Cultivamos as coisas na altura que devem ser cultivadas, para serem mais ricas em nutrientes e minerais, e conterem menos água.
Talvez seja pouco para tantas vantagens que esta cultura dá a todos nós.
Estamos a comprar água ao preço de fruta e de carne”, afirma o mesmo.
Onde comprar produtos biológicos?
Se há uns tempos atrás mal se ouvia falar em agricultura biológica, e poucos eram os locais onde o consumidor os poderia adquirir, actualmente já não é bem assim.
As grandes superfícies comerciais já são adeptas deste tipo de produtos, também para colmatar as necessidades dos consumidores que já fizeram destes produtos um hábito alimentar diário.
No entanto, a existência de produtos frescos é praticamente inexistente.
Paulo Coelho é também um dos proprietários da única loja, exclusivamente dedicada a este tipo de cultura, “a Quental Biológica é a única loja especializada nesta categoria, a loja tem alguns produtos frescos diariamente, mas a maior parte, ainda são produtos transformados, e na maioria estrangeiros. A diferença das grandes superfícies, é que aqui há frescos, apesar de pouco. Mas queremos melhorar nesse sentido”, afirma Paulo Coelho.
Outro dos mitos (se assim se puder chamar) que a agricultura biológica faz passar, é que é uma cultura de elites.
“Os preços são elevados, e criou-se mesmo o estereótipo de que é uma cultura de ricos, porque os pobres não lhes podem aceder”, refere Paulo Coelho.
No entanto, Paulo Coelho acredita que se existissem mais lojas com exclusividade para este tipo de produtos, os preços seriam cada vez mais baixo, pois seria um mercado mais competitivo também. “ Na Quental Biológico, os preços são acessíveis, estão dentro da média. É natural que numa grande superfície, as coisas acabem por ser mais caras, e como não há conhecimento deste mercado, as pessoas ficam com a ideia de que é assim em todo o lado”; Paulo Coelho apostou numa loja de pequenas dimensões com o objectivo de servir a todos, sejam ricos ou pobres:” o grande objectivo da loja, é a de ser um espaço onde todos fiquem satisfeitos, com os preços na medida certa, não é só para quem tem mais possibilidades, mas para qualquer cidadão. Acho que conseguimos agradar a todos os estratos sociais, além de preços acessíveis, também fazemos entregas ao domicílio”.
A Quental Biológico situa-se na Rua Antero de Quental, nº218; também dispões de um site na Internet: http://quentalbiologico.canalblog.com.
Os produtos expostos para venda são de origem em produção biológica.
No entanto este mercado assume-se publicamente como “mercado de agricultura sustentável”; isto porque, para os produtores poderem rotular os seus produtos como biológicos, teriam de ter a uma certificação a nível europeu, e o custo da certificação, no caso dos pequenos produtores, não compensa.
Os produtos biológicos ainda são, para alguns, um grande mistério.
Ouve-se dizer que faz bem à saúde, que são bons para o meio ambiente.
Mas, a pouca procura destes produtos, leva a crer que a informação não chega ao potencial consumidor da melhor maneira.
Paulo Coelho, um dos comerciantes certificado de produtos biológicos, acredita que o maior apoio a receber é a nível de informação e educação, “ para falar a verdade, eu não acho que o mais importante seja pedir dinheiro ao estado para o modo de produção biológico.
A agricultura em geral conta com alguns apoios financeiros, o modo de produção biológico conta ainda com mais uma ajuda especial, a ajuda à produção. Eu acho que seria muito mais importante ter apoio a nível de educação e de informação; porque é que não existe uma disciplina relativa à nutrição? É obvio que as pessoas não compram o que não conhecem”, afirma Paulo Coelho.
Um dos factores negativos para a compra deste tipo de produtos, é porque são mais caros que os normais.
A questão que se poderá colocar é se o caro se torna barato, Paulo Coelho não tem dúvidas nenhumas em relação a esta questão, “ os produtos biológicos são, de facto, mais caros. Cerca de 30% mais caros. No entanto no que toca à qualidade do produto, o caro acaba por sair barato.
Este género de produtos é extremamente rico em nutrientes.
Por exemplo, aqui no mercadinho do botânico, temos um género de maçã típica do interior, chama-se a maçã de Esmolf, é saborosa, aromática e com baixo de teor de água. Comparando com outras maçãs, como a golden (muito consumida em Portugal)
a de Esmolf é muito mais rica em nutrientes, a Golden contém imensa água, o que o consumidor está a pagar é em parte grande parte a água contida no produto”, exemplifica o mesmo.
A malápia de Gouveia é outra maçã de origem biológica vendida no mercadinho que, tal como a de Esmolf, é muito rica em nutrientes e com pouca água, “o que diferencia o produto biológico do não biológico, é que quanto mais água possuírem, menos sabor têm, os produtos biológicos são muito mais ricos em vitaminas”, realça Paulo Coelho.
Porque é que os outros são mais baratos?
Uma pergunta bastante pertinente é : porque é que os produtos biológicos são mais caros?
Para Paulo Coelho não faz sentido nenhum, “uma agricultura biológica não polui, todos os animais têm de ser criados em regime de ar livre, nós acabamos por pagar mais caro por a poluição que outro género de agricultura faz.
Se calhar, os produtos biológicos serem 30% mais caros ainda é pouco, tendo em conta a questão da saúde e do Ambiente. Cultivamos as coisas na altura que devem ser cultivadas, para serem mais ricas em nutrientes e minerais, e conterem menos água.
Talvez seja pouco para tantas vantagens que esta cultura dá a todos nós.
Estamos a comprar água ao preço de fruta e de carne”, afirma o mesmo.
Onde comprar produtos biológicos?
Se há uns tempos atrás mal se ouvia falar em agricultura biológica, e poucos eram os locais onde o consumidor os poderia adquirir, actualmente já não é bem assim.
As grandes superfícies comerciais já são adeptas deste tipo de produtos, também para colmatar as necessidades dos consumidores que já fizeram destes produtos um hábito alimentar diário.
No entanto, a existência de produtos frescos é praticamente inexistente.
Paulo Coelho é também um dos proprietários da única loja, exclusivamente dedicada a este tipo de cultura, “a Quental Biológica é a única loja especializada nesta categoria, a loja tem alguns produtos frescos diariamente, mas a maior parte, ainda são produtos transformados, e na maioria estrangeiros. A diferença das grandes superfícies, é que aqui há frescos, apesar de pouco. Mas queremos melhorar nesse sentido”, afirma Paulo Coelho.
Outro dos mitos (se assim se puder chamar) que a agricultura biológica faz passar, é que é uma cultura de elites.
“Os preços são elevados, e criou-se mesmo o estereótipo de que é uma cultura de ricos, porque os pobres não lhes podem aceder”, refere Paulo Coelho.
No entanto, Paulo Coelho acredita que se existissem mais lojas com exclusividade para este tipo de produtos, os preços seriam cada vez mais baixo, pois seria um mercado mais competitivo também. “ Na Quental Biológico, os preços são acessíveis, estão dentro da média. É natural que numa grande superfície, as coisas acabem por ser mais caras, e como não há conhecimento deste mercado, as pessoas ficam com a ideia de que é assim em todo o lado”; Paulo Coelho apostou numa loja de pequenas dimensões com o objectivo de servir a todos, sejam ricos ou pobres:” o grande objectivo da loja, é a de ser um espaço onde todos fiquem satisfeitos, com os preços na medida certa, não é só para quem tem mais possibilidades, mas para qualquer cidadão. Acho que conseguimos agradar a todos os estratos sociais, além de preços acessíveis, também fazemos entregas ao domicílio”.
A Quental Biológico situa-se na Rua Antero de Quental, nº218; também dispões de um site na Internet: http://quentalbiologico.canalblog.com.
quarta-feira, março 01, 2006
Galeria Minerva ao sabor das cores Africanas
Coimbra recebe uma exposição de pintura africana, a ser apreciada pelos amantes de arte, ou pelos simples curiosos, até dia 2 de Março na Galeria Minerva.
Esta exposição apresenta uma selecção de obras da Academia de Belas Artes da Antiga República do Zaire, actual República do Congo.A cabo da organização está Celeste Brígida que, viveu no Zaire durante 12 anos, e encontra desta forma uma oportunidade de partilhar com o público a sua paixão pela terra onde viveu mais que uma década.Na exposição a ser apreciada na Minerva estão: obras de pintura sobre areia e óleo sobre a tela de SUBAM, SAKI, MABIALA, TATAA, NSHUE, YUMA, LANDU e KIAK.De segunda-feira a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 20h30, visite a exposição a convite da Minerva.
Esta exposição apresenta uma selecção de obras da Academia de Belas Artes da Antiga República do Zaire, actual República do Congo.A cabo da organização está Celeste Brígida que, viveu no Zaire durante 12 anos, e encontra desta forma uma oportunidade de partilhar com o público a sua paixão pela terra onde viveu mais que uma década.Na exposição a ser apreciada na Minerva estão: obras de pintura sobre areia e óleo sobre a tela de SUBAM, SAKI, MABIALA, TATAA, NSHUE, YUMA, LANDU e KIAK.De segunda-feira a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 20h30, visite a exposição a convite da Minerva.
terça-feira, fevereiro 28, 2006
Passado ao espelho

Primeiras imagens fotográficas da cidade de Coimbra em exposição a partir de Hoje no Museu da Física.
Até dia 10 de Fevereiro estará aberta ao público a exposição intitulada: “Passado ao Espelho – Máquinas e Imagens das Vésperas e Primórdios da Photografia”.
Em exposição estão alguns instrumentos e imagens, em forma de Litografia e gravuras de madeira que, comprovam a presença de Coimbra no aparecimento da fotografia.Ambrótipos, ferrótipos, papéis salgados e albuminas, são outras técnicas dos primórdios da fotografia, a serem apreciadas numa exposição que, abrange um período que se estende até aos anos cinquenta do século XIX.
Organizada por Maria Helena Caldeira, produzida por Catarina Pires e Gilberto Pereira, a exposição “Passado ao Espelho”, conta com o comissário Alexandre Ramires que, assegura a coordenação científica a par com Ermelinda Antunes.A não perder, uma visita ao passado da fotografia, de segunda a sexta-feira, entre as 14h e as 18h, com entrada livre.
domingo, janeiro 29, 2006
Detido suspeito de homicídio em Coimbra

Foi detido hoje, o presumível autor do crime que, vitimou uma rapariga de vinte e um anos de idade, residente em Eiras, concelho de Coimbra.
A vítima, residente na freguesia de Eiras, foi encontrada morta no passado dia 26 de Janeiro, na berma de uma estrada em Vilarinho, freguesia de Brasfemes.
O corpo da jovem apresentava sinais de violência, com indícios de espancamento e vários ferimentos.
A Polícia Judiciária (PJ) anunciou que, o suspeito é um mecânico de 32 anos de idade, sem antecedentes criminais e, vizinho da vítima com quem mantinha uma “relação íntima e de amizade”.
O suspeito detido já cumpriu os primeiros requisitos; depois do primeiro interrogatório judicial, ficou sob prisão preventiva no Estabelecimento Prisional de Coimbra.
sexta-feira, dezembro 02, 2005
Perfil do Nélio Norberto
Com apenas vinte e quatro anos Nélio Norberto é adepto de uma vida livre, longe das convicções ideológicas de uma sociedade regrada.
Frequenta o curso de ciências da informação, no instituto superior Miguel Torga em Coimbra, mas, o seu verdadeiro sonho, vai para além da possibilidade de ser jornalista, o que o fará dele uma pessoa realizada, é trabalhar na área da publicidade e do marketing.
Adepto da natureza, leva uma vida simples, e cheia de emoções que partilha em longas caminhadas de bicicleta com os seus amigos, quantas histórias terá Nélio para partilhar, daqueles sábados mágicos a pedalar lado a lado, com as pessoas que têm o privilégio de o conhecerem melhor que ninguém.
Com um sorriso entre lábios, Nélio afirma com bastante entusiasmo que adora dormir até tarde, um bom dia para o Nélio começa com um levantar tardio, seguido de um almoço para forrar o estômago, em seguida ir tomar um café, no local habitual, mantendo-se fiel às suas raízes. Nélio é bem capaz de nunca arrancar os vários cordões umbilicais que vai criando ao longo da sua vida.
Os jogos de computador, as pesquisas na Internet, e as conversas nos chats, fazem parte das suas preferências para passar o tempo livre, Nélio é viciado em tecnologia, é bem capaz de passar um dia inteiro em frente a um computador, a jogar, a conversar com amigos, e até mesmo a fazer novas amizades.
Tem um cão, mas, é curioso apontar, que não gosta de animais!
Gosta do cão, porque é dele, os animais são chatos, e Nélio não tem paciência.
Não quer ser pai, não gosta de crianças, na sua opinião, as crianças são muito chatas, e ele não tem tempo nem paciência para as aturar.
Fugindo sempre às referencias ideológicas de uma sociedade, com alicerces fortemente construídos, para uma vida alinhada com valores como os de família, trabalho e nação.
Nélio não quer casar, no entanto não põe de parte a hipótese de ter uma vida conjugal, mas afirma com alguma rapidez, mostrando talvez um medo oculto, e que não dá para arrancar uma resposta concreta em relação aos seus sentimentos, que se alguma vez partilhar a vida com alguém, antes dos quarenta anos não é de certeza!
Quer ser livre, quer aproveitar bem a vida, e na sua opinião, e agora sim, esta coincide com os valores ideológicos da sociedade em que vive, na sua opinião, sendo casado, jamais poderá ser livre, nem viver a vida de uma forma despreocupada e bela.
Esta imagem de eremita que Nélio transmite, não se iguala, ao brilho nos olhos, quando fala da sua família, os seus olhos brilham, e os seus lábios rasgam, ao falar dos pais, que diz que ama muito, bem como de uma irmã mais velha, que adora também.
Nélio afirma com emoção, que tem os melhores pais do mundo, e que eles tiveram muita paciência com ele em criança, pois na sua fantástica visão, o próprio Nélio, considerava-se uma criança muito, muito, extremamente chata, e que ele próprio não se aturaria!Pratica muito desporto, como futebol, tennis, andebol.Adora viver à sua maneira, e a sua maneira tem um lema bastante elucidativo:
DON'T WORRY BE HAPPY
Frequenta o curso de ciências da informação, no instituto superior Miguel Torga em Coimbra, mas, o seu verdadeiro sonho, vai para além da possibilidade de ser jornalista, o que o fará dele uma pessoa realizada, é trabalhar na área da publicidade e do marketing.
Adepto da natureza, leva uma vida simples, e cheia de emoções que partilha em longas caminhadas de bicicleta com os seus amigos, quantas histórias terá Nélio para partilhar, daqueles sábados mágicos a pedalar lado a lado, com as pessoas que têm o privilégio de o conhecerem melhor que ninguém.
Com um sorriso entre lábios, Nélio afirma com bastante entusiasmo que adora dormir até tarde, um bom dia para o Nélio começa com um levantar tardio, seguido de um almoço para forrar o estômago, em seguida ir tomar um café, no local habitual, mantendo-se fiel às suas raízes. Nélio é bem capaz de nunca arrancar os vários cordões umbilicais que vai criando ao longo da sua vida.
Os jogos de computador, as pesquisas na Internet, e as conversas nos chats, fazem parte das suas preferências para passar o tempo livre, Nélio é viciado em tecnologia, é bem capaz de passar um dia inteiro em frente a um computador, a jogar, a conversar com amigos, e até mesmo a fazer novas amizades.
Tem um cão, mas, é curioso apontar, que não gosta de animais!
Gosta do cão, porque é dele, os animais são chatos, e Nélio não tem paciência.
Não quer ser pai, não gosta de crianças, na sua opinião, as crianças são muito chatas, e ele não tem tempo nem paciência para as aturar.
Fugindo sempre às referencias ideológicas de uma sociedade, com alicerces fortemente construídos, para uma vida alinhada com valores como os de família, trabalho e nação.
Nélio não quer casar, no entanto não põe de parte a hipótese de ter uma vida conjugal, mas afirma com alguma rapidez, mostrando talvez um medo oculto, e que não dá para arrancar uma resposta concreta em relação aos seus sentimentos, que se alguma vez partilhar a vida com alguém, antes dos quarenta anos não é de certeza!
Quer ser livre, quer aproveitar bem a vida, e na sua opinião, e agora sim, esta coincide com os valores ideológicos da sociedade em que vive, na sua opinião, sendo casado, jamais poderá ser livre, nem viver a vida de uma forma despreocupada e bela.
Esta imagem de eremita que Nélio transmite, não se iguala, ao brilho nos olhos, quando fala da sua família, os seus olhos brilham, e os seus lábios rasgam, ao falar dos pais, que diz que ama muito, bem como de uma irmã mais velha, que adora também.
Nélio afirma com emoção, que tem os melhores pais do mundo, e que eles tiveram muita paciência com ele em criança, pois na sua fantástica visão, o próprio Nélio, considerava-se uma criança muito, muito, extremamente chata, e que ele próprio não se aturaria!Pratica muito desporto, como futebol, tennis, andebol.Adora viver à sua maneira, e a sua maneira tem um lema bastante elucidativo:
DON'T WORRY BE HAPPY
OH OH OH

ADORO O PAI NATAL, CLICA E VÊ PORQUÊ!
OH! OH! OH!Está a chegar o Natal!O Pai Natal tem andado muito triste, porque já ninguém acredita nele...sem saber o que fazer, os seus amigos duendes, decidiram propôr ao velhinho dos presentes que aderisse à blogosfera, pois nos tempos de hoje, a tecnologia é bem mais creditada do que propriamente o velhinho sentado num trenó puxado por renas...o Pai Natal de inicio, não gostou muito da ideia, mas com tanta insistência dos duendes, o bondoso velhinho disse...SIM!E a verdade é que ele até está muito surpreendido, afinal de contas, há quem acredite nele!Visita o Pai Natal! Ele vai transbordar de felicidade por acreditares nele...e quem sabe...se te portaste bem este ano, receberás uma bela surpresa deste velhinho que nunca esquece ninguém!Visita-o em http://painatal2005.blogspot.com
domingo, novembro 20, 2005
Apresentação do livro “Histórias e Morais”
Decorreu ontem, pelas 18h, na Casa Municipal da Cultura a apresentação da segunda edição do livro “Histórias e Morais” do professor, poeta e ficcionista, José António Franco.A apresentação contou com a presença do próprio escritor, da editora "Pé de Página", e de um convidado de ambos que, dissertou acerca do conteúdo do livro em questão.
José António Franco, brindou os presentes com a leitura de alguns excertos da sua obra, enchendo a sala de um contagiante sentido de humor, tanto pela interpretação dos leitores, como pela leveza irónica das suas histórias.
Ao ler o livro, o leitor pode achar que se tratam de fábulas, contadas em pequeninas histórias com diálogo entre animais, algumas com duas linhas apenas, no entanto, a mensagem a ser transmitida é a de um mundo à beira da inteligibilidade; os textos são uma espécie de mundo virado para a ideia de caos; neste caso, a escrita tem a tarefa de nos colocar a nós, leitores, à beira desse caos, em que se vive de uma possibilidade que, ninguém sabe se vai ter.
É a ironia implícita em histórias de animais associados à pessoa humana, que faz com que a história adquira um sentido irónico, e até mesmo caricato que, faz soltar um belo sorriso, ou até memo uma gargalhada, ao ler a realidade de um mundo à beira do precipício.
No fim da apresentação, ficou a magia a pairar no ar de uma 3ªedição do livro “Histórias e Morais”.
Breve "Histórias e Morais"
Teve lugar este sábado, pelas 18h, na Casa Municipal da Cultura, a apresentação da 2ª edição do livro “Histórias e Morais”, da autoria de José António Franco. A apresentação contou com a presença do escritor, da “Editora Pé de Página”, e de um convidado do autor.José Franco brindou os presentes com a leitura de alguns excertos da sua obra, enchendo a sala de um contagiante sentido de humor.
segunda-feira, novembro 14, 2005
À conversa com......
Helga SardinhaEx-jornalista e actual assessora de imprensa do Governo Civil de Coimbra, Helga Sardinha alerta, para a necessidade de fazer chegar o trabalho que se faz no Governo Civil, através da comunicação social.
O Governo Civil é bem mais do que o “tal sitio” onde se tiram passaportes, ele tem o poder de tutela de toda a área do distrito de Coimbra; quer isto dizer que, o Governo Civil está acima do governo central, pois exerce funções de polícia, tais como tomar previdência de licenças para actividades de várias espécies.
Compete ao Governador Civil de Coimbra, Henrique Fernandes, dar assistência a pessoas que tenham sofrido problemas, como por exemplo em sequência de acidentes como, cheias e incêndios, em que pessoas ficam sem casas, sem bens, é a partir do governo civil que essas pessoas podem ver os seus problemas resolvidos, é tudo coordenado a partir daqui, e canalizado para o governo central que, aprova as medidas a tomar pelo Governador; portanto, todos os assuntos que se prendem com segurança pública e com protecção civil, são resolvidos pelo Governador.
Para além das funções acima referidas, é também função do Governador Civil, promover o seu distrito, sempre que há um evento, como por exemplo uma feira a decorrer no distrito, uma exposição, actividades que se prendam com o interesse público, é o governador que dá a cara, e que inaugura tais actividades, para que estas, sejam conhecidas um pouco por todo o Portugal.
È aqui, que surge a importância da assessoria de imprensa, o Governo Civil tem um assessoria de imprensa, porque necessita, ela existe, para que as pessoas tenham conhecimento do que se faz, é importante para fazer chegar a todos o trabalho que é feito no Governo Civil através da comunicação social.
A comunicação Social não adivinha o que se passa no Governo Civil, tem de existir alguém que a informe, é aqui que entra o importantíssimo trabalho da assessora de imprensa, neste caso Helga Sardinha.Como assessora, Helga Sardinha tem a preocupação de ler todos os dias, tudo na comunicação Social, e por consequência dar conhecimento ao Governador Civil e ao Primeiro-Ministro dos assuntos mais importantes do dia, as suas tarefas vão ainda mais além, é também da sua competência organizar a agenda do Governador a par com um chefe e um adjunto da assessoria de imprensa.
Helga Sardinha refere também a importância de ter uma boa relação com a comunicação Social, estar sempre disponível e dar toda a informação possível, filtrar os contactos para que, sempre que a comunicação precisar de alguma informação, ter a liberdade e vontade de telefonar à assessora e não ao Governador.
O governo Civil, conta com algumas importantes empresas de informação com sede em Coimbra, dentro dessa lista encontram-se, o Diário das Províncias, um semanário local, o Público, Diário de Noticias, Jornal de Noticias, o Correio da Manhã e o Primeiro de Janeiro; o Expresso e o Independente aparecem apenas quando há algum assunto de relevada importância Nacional.
Helga Sardinha aponta para a importância da Agência Lusa, também com sede em Coimbra, pois esta Agência é o primeiro caminho para que a informação percorra todo o país.No que diz respeito à informação radiofónica, com sede em Coimbra, encontram-se a TSF, a Antena 1 e a Renascença; Coimbra conta também com Rádios locais como a, rádio da Beira Litoral, Rádio Regional do Centro e a Rádio Clube Português.
No que toca à informação televisiva, Coimbra tem as três televisões portuguesas com sede local, equipa e com viaturas.
Para o Governo Civil de Coimbra duas das mais importantes empresas de informação são, sem dúvida alguma, o Diário de Coimbra e o Diário das Beiras. Como são jornais locais, chegam mais facilmente ao cidadão do distrito de Coimbra, “ São peças fulcrais no nosso trabalho. Interessa ao Governo Civil chegar ao cidadão de Coimbra, e são estes jornais que entram diariamente nas casas das pessoas”, remata Helga Sardinha.
O Governo Civil é bem mais do que o “tal sitio” onde se tiram passaportes, ele tem o poder de tutela de toda a área do distrito de Coimbra; quer isto dizer que, o Governo Civil está acima do governo central, pois exerce funções de polícia, tais como tomar previdência de licenças para actividades de várias espécies.
Compete ao Governador Civil de Coimbra, Henrique Fernandes, dar assistência a pessoas que tenham sofrido problemas, como por exemplo em sequência de acidentes como, cheias e incêndios, em que pessoas ficam sem casas, sem bens, é a partir do governo civil que essas pessoas podem ver os seus problemas resolvidos, é tudo coordenado a partir daqui, e canalizado para o governo central que, aprova as medidas a tomar pelo Governador; portanto, todos os assuntos que se prendem com segurança pública e com protecção civil, são resolvidos pelo Governador.
Para além das funções acima referidas, é também função do Governador Civil, promover o seu distrito, sempre que há um evento, como por exemplo uma feira a decorrer no distrito, uma exposição, actividades que se prendam com o interesse público, é o governador que dá a cara, e que inaugura tais actividades, para que estas, sejam conhecidas um pouco por todo o Portugal.
È aqui, que surge a importância da assessoria de imprensa, o Governo Civil tem um assessoria de imprensa, porque necessita, ela existe, para que as pessoas tenham conhecimento do que se faz, é importante para fazer chegar a todos o trabalho que é feito no Governo Civil através da comunicação social.
A comunicação Social não adivinha o que se passa no Governo Civil, tem de existir alguém que a informe, é aqui que entra o importantíssimo trabalho da assessora de imprensa, neste caso Helga Sardinha.Como assessora, Helga Sardinha tem a preocupação de ler todos os dias, tudo na comunicação Social, e por consequência dar conhecimento ao Governador Civil e ao Primeiro-Ministro dos assuntos mais importantes do dia, as suas tarefas vão ainda mais além, é também da sua competência organizar a agenda do Governador a par com um chefe e um adjunto da assessoria de imprensa.
Helga Sardinha refere também a importância de ter uma boa relação com a comunicação Social, estar sempre disponível e dar toda a informação possível, filtrar os contactos para que, sempre que a comunicação precisar de alguma informação, ter a liberdade e vontade de telefonar à assessora e não ao Governador.
O governo Civil, conta com algumas importantes empresas de informação com sede em Coimbra, dentro dessa lista encontram-se, o Diário das Províncias, um semanário local, o Público, Diário de Noticias, Jornal de Noticias, o Correio da Manhã e o Primeiro de Janeiro; o Expresso e o Independente aparecem apenas quando há algum assunto de relevada importância Nacional.
Helga Sardinha aponta para a importância da Agência Lusa, também com sede em Coimbra, pois esta Agência é o primeiro caminho para que a informação percorra todo o país.No que diz respeito à informação radiofónica, com sede em Coimbra, encontram-se a TSF, a Antena 1 e a Renascença; Coimbra conta também com Rádios locais como a, rádio da Beira Litoral, Rádio Regional do Centro e a Rádio Clube Português.
No que toca à informação televisiva, Coimbra tem as três televisões portuguesas com sede local, equipa e com viaturas.
Para o Governo Civil de Coimbra duas das mais importantes empresas de informação são, sem dúvida alguma, o Diário de Coimbra e o Diário das Beiras. Como são jornais locais, chegam mais facilmente ao cidadão do distrito de Coimbra, “ São peças fulcrais no nosso trabalho. Interessa ao Governo Civil chegar ao cidadão de Coimbra, e são estes jornais que entram diariamente nas casas das pessoas”, remata Helga Sardinha.
segunda-feira, novembro 07, 2005
Bombeiro diz adeus à vida
Franquelim José Henriques Gonçalves, de 31 anos, casado, acabou por falecer na passada sexta-feira, pelas 19h no Hospital da Universidade de Coimbra, onde se encontrava internado desde 3 de Setembro.
Franquelim, bombeiro de alma e coração, era funcionário da Câmara Municipal da Lousã, servia voluntariamente a corporação local de bombeiros e, foi no exercício, voluntário, das suas funções que, a 3 de Setembro foi cercado pelas chamas de um fogo que deflagrou na serra da Lousã; sendo atingido pelas chamas em cerca de 50% do corpo, incluindo o rosto e órgãos internos.Manteve-se agarrado à vida com o auxilio de ventilação artificial durante dois meses.
Não chegou a força das máquinas nem o amor à vida, para que Franquelim resistisse; a luta que travava há cerca de dois meses fez com que o seu corpo abandonasse o mundo dos vivos, e nos deixasse a todos nós o grande exemplo de coragem e altruísmo.
Franquelim foi sepultado ontem, no cemitério local da Lousã, o seu corpo esteve em câmara ardente no Quartel dos Bombeiros Municipais da Lousã até à hora do Funeral.
Os incêndios florestais provocaram a morte de 12 Bombeiros este ano.Um por todos, e todos por um, talvez seja esse o lema, de quem voluntariamente, agarra a vida dos outros como se, só da sua própria vida se tratasse.
Franquelim, bombeiro de alma e coração, era funcionário da Câmara Municipal da Lousã, servia voluntariamente a corporação local de bombeiros e, foi no exercício, voluntário, das suas funções que, a 3 de Setembro foi cercado pelas chamas de um fogo que deflagrou na serra da Lousã; sendo atingido pelas chamas em cerca de 50% do corpo, incluindo o rosto e órgãos internos.Manteve-se agarrado à vida com o auxilio de ventilação artificial durante dois meses.
Não chegou a força das máquinas nem o amor à vida, para que Franquelim resistisse; a luta que travava há cerca de dois meses fez com que o seu corpo abandonasse o mundo dos vivos, e nos deixasse a todos nós o grande exemplo de coragem e altruísmo.
Franquelim foi sepultado ontem, no cemitério local da Lousã, o seu corpo esteve em câmara ardente no Quartel dos Bombeiros Municipais da Lousã até à hora do Funeral.
Os incêndios florestais provocaram a morte de 12 Bombeiros este ano.Um por todos, e todos por um, talvez seja esse o lema, de quem voluntariamente, agarra a vida dos outros como se, só da sua própria vida se tratasse.
quarta-feira, novembro 02, 2005
Galeria Almedina recebe exposição de Mosaicos Marinhos no Algarve Romano, Milreu e Faro

A galeria Almedina iniciou a 29 de Outubro, a exposição de mosaicos marinhos no Algarve Romano, apresentando assim um conjunto de trinta painéis de fotografias da autoria da francesa Janine Lancha, responsável pela missão Luso – Francesa de “Mosaicos do sul de Portugal”.
Os mosaicos em exposição na galeria Almedina são do Algarve, são o concretizar do projecto “Corpus do mosaico”, concebido pela autora do material exposto, Janine Lancha.
No passado domingo, 30 de Outubro, teve lugar na Galeria Almedina a inauguração da exposição de mosaicos marinhos no Algarve Romano.A abertura da exposição ao público, contou com a presença da autora, bem como a presença de Mário Nunes, Vereador da Câmara Municipal de Coimbra (CMC).
Mário Nunes afiançou que a CMC estará sempre disposta para receber este tipo de eventos: “A CMC aceitou, desde a primeira hora que ela aqui viesse”, afirmou o Vereador da Cultura.
Esta exposição dá a oportunidade ao visitante de, admirar mais profundamente a produção de um atelier itinerante de mosaicos vindos da África Romana, que decoram a parede externa do pódio do templo que pertence à vila de Milreu, bem como o pavimento de uma galeria do Peristilo da residência, na mesma vila.
O Cherne, o Robalo, a Dourada, a Lula, o Ouriço, o Mexilhão e o Golfinho, são algumas das espécies ilustradas nesta exposição.
A organização ficou ao encargo da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), ao departamento da cultura e ao Museu Monográfico de Conímbriga; contou com o apoio do Museu arqueológico Municipal de Faro, do Ministério dos negócios estrangeiros de França, bem como, do Museu Nacional de arte Romana de Meride, em Espanha.
A exposição ficará nas paredes da Galeria Almedina até 20 de Novembro.
sexta-feira, outubro 21, 2005
Festa das latas: A tradição já não é o que era

Teve início no dia de ontem o nascer de mais uma festa académica, a festa das latas, mais conhecida entre os estudantes pela “latada”, que começou com a tradicional Serenata Monumental, e que se prolongará até dia 25 de Outubro, terça-feira, dia em que se realiza o cortejo, em que estudantes de capa e batina e caloiros vestidos a preceito, pelos seus padrinhos/madrinhas, desfilam por Coimbra.
A festa das latas é uma tradição antiga que ao longo dos anos tem vindo a sofrer algumas alterações.
A latada tem o seu início no século XIX, e era uma festa feita pelos estudantes nos três últimos dias de aulas, em que exprimiam ruidosamente, nomeadamente com latas, o seu contentamento pelo fim do ano lectivo, durante esses três dias além da festa que faziam, e do divertimento, cumpriam o ritual de imposição de insígnias e à iniciação dos caloiros, o tão conhecido baptismo.
Rituais esses que prolongam na história, e que fazem da latada uma tradição actual.As latadas representavam um meio de conhecer as instituições e o poder politico de uma sociedade tradicionalista.
È nos anos 50/60, que surge uma alteração nas latadas, passam a ocorrer no início do ano lectivo em vez de no fim, coincidindo assim com a abertura da Universidade e com a chegada de novos alunos vindos de todas as zonas do país.
Nos anos 50/60 eram feitos tantos cortejos quanto o número de faculdades existentes e realizados em dias distintos.
Após 1979, passou então a ser apenas um cortejo que englobava todas as faculdades.
Os caloiros vestem-se segundo fantasias pessoais, ou com a batina do avesso, levando consigo cartazes alusivos à vida escolar e à vida nacional, preenchidos com frases de conteúdo crítico, outra tradição que já não é muito comum nas latadas de hoje.
Aproveitem agora os estudantes para se divertir, porque depois da latada é um esfregar de olhos até os exames baterem à porta!
Menina Coragem
Nadir é uma menina de etnia cigana, mora no Bairro do Ingote, e com os seus catorze anos frequenta o 6º ano no Instituto Educativo de Lordemão.
Com a idade que tem, já deveria frequentar o 9º ano, no entanto não é por mau aproveitamento que não o frequenta.
Como ela própria diz, quando se matriculou no 5º ano, teve de ir para Lisboa com a família, não revelou em que circunstância teve de abandonar Coimbra, e por consequência os estudos, “por causa das leis ciganas” não pode continuar a estudar durante cerca de três anos, Nadir não quis alongar-se mais, mostrando constrangimento de olhos pregados no chão como quem não quer relembrar um passado que não deixa saudades.
Segundo as tradições e crenças da etnia cigana, é uma perca de tempo ocupar muitos anos de vida a estudar, em primeiro lugar, a etnia acredita que a natureza tem tudo o que necessitam para viver, a vida é uma dádiva divina, e estudar é para eles, um desvio das leis da natureza, em que eles acreditam profundamente; a constituição de familia é bem mais importante para a etnia, pelo que, estudar para além do 9ºano, em alguns casos, é demais; apesar da mentalidade cigana ter vindo a mudar ao longo dos anos no que diz respeito à educação escolar, o mais importante continua a ser, construir uma vida sólida, que para eles é, casar, ter filhos, no caso da mulher, cuidar da casa e das crianças, assim que atingem a idade adulta, o que lhes impede de continuar qualquer projecto a nivel escolar, e por vezes até mesmo pessoal.
Há cerca de dois anos, Nadir regressou a Coimbra, matriculou-se novamente no 5º ano concluindo-o com bom aproveitamento e sem livros, “passei, e não tinha nem um livro, eu gosto de estudar. Este ano já tenho todos os livros, adoro ler”, é muito pouco frequente ouvir uma criança dizer que gosta de estudar e de ler, é mais raro ainda na etnia cigana.
Nadir tem um olhar inocente e sonhador, diz que não sabe o que quer ser quando crescer, e que só vai estudar até ao 9º ano. Confrontada com a ideia de seguir mais além, Nadir deixou sair “gosto de arte”, gosta muito de desenhar, “desenho muito bem, a minha professora diz que tenho qualquer coisa….que sou original”.Uma menina bem disposta, que conversa sempre com um bonito sorriso e um brilho no olhar, só disse adeus quando ouviu a tia a chamar o seu nome.Nadir vive com uma tia, não se ouve falar do pai nem da mãe, ela também nunca comenta.Menina é o seu nome, Coragem o seu apelido.
Menina Coragem, imaginem-na assim……e sintam-se envergonhados sempre que pensarem em desistir e desanimar perante um obstáculo.
Com a idade que tem, já deveria frequentar o 9º ano, no entanto não é por mau aproveitamento que não o frequenta.
Como ela própria diz, quando se matriculou no 5º ano, teve de ir para Lisboa com a família, não revelou em que circunstância teve de abandonar Coimbra, e por consequência os estudos, “por causa das leis ciganas” não pode continuar a estudar durante cerca de três anos, Nadir não quis alongar-se mais, mostrando constrangimento de olhos pregados no chão como quem não quer relembrar um passado que não deixa saudades.
Segundo as tradições e crenças da etnia cigana, é uma perca de tempo ocupar muitos anos de vida a estudar, em primeiro lugar, a etnia acredita que a natureza tem tudo o que necessitam para viver, a vida é uma dádiva divina, e estudar é para eles, um desvio das leis da natureza, em que eles acreditam profundamente; a constituição de familia é bem mais importante para a etnia, pelo que, estudar para além do 9ºano, em alguns casos, é demais; apesar da mentalidade cigana ter vindo a mudar ao longo dos anos no que diz respeito à educação escolar, o mais importante continua a ser, construir uma vida sólida, que para eles é, casar, ter filhos, no caso da mulher, cuidar da casa e das crianças, assim que atingem a idade adulta, o que lhes impede de continuar qualquer projecto a nivel escolar, e por vezes até mesmo pessoal.
Há cerca de dois anos, Nadir regressou a Coimbra, matriculou-se novamente no 5º ano concluindo-o com bom aproveitamento e sem livros, “passei, e não tinha nem um livro, eu gosto de estudar. Este ano já tenho todos os livros, adoro ler”, é muito pouco frequente ouvir uma criança dizer que gosta de estudar e de ler, é mais raro ainda na etnia cigana.
Nadir tem um olhar inocente e sonhador, diz que não sabe o que quer ser quando crescer, e que só vai estudar até ao 9º ano. Confrontada com a ideia de seguir mais além, Nadir deixou sair “gosto de arte”, gosta muito de desenhar, “desenho muito bem, a minha professora diz que tenho qualquer coisa….que sou original”.Uma menina bem disposta, que conversa sempre com um bonito sorriso e um brilho no olhar, só disse adeus quando ouviu a tia a chamar o seu nome.Nadir vive com uma tia, não se ouve falar do pai nem da mãe, ela também nunca comenta.Menina é o seu nome, Coragem o seu apelido.
Menina Coragem, imaginem-na assim……e sintam-se envergonhados sempre que pensarem em desistir e desanimar perante um obstáculo.
quinta-feira, outubro 20, 2005
Cavaco Silva anuncia a candidatura oficial à Presidência da República
Cavaco Silva deu a certeza da sua candidatura à Presidência da República num comunicado feito por volta das 20 horas de hoje no Centro Cultural de Belém(CCB).
Cavaco candidata-se como independente, não dando a cara pelo seu partido de sempre, o Partido Social-Democrata (PSD) anunciando assim que suspende a sua filiação com o PSD; não quer que a sua candidatura seja confundida com interesses pessoais ou partidários, Cavaco garante que se candidata pelo país e pelo povo português.
No CCB, Cavaco garantiu que pretende a melhoria para a economia portuguesa, bem como progresso social;candidata-se por vários motivos, em primeiro lugar Cavaco diz conhecer a realidade politica, e são as reflexões que faz sobre a razão das dificuldades que o estado atravessa que, fez com que depois de tantos anos afastado dos altos cargos políticos voltasse ao activo; os seus argumentos vão ainda mais além, o Professor afirma com segurança que tem a experiência e o conhecimento da vida politica nacional e internacional, e diz ter vontade e responsabilidade de fazer tudo, para que as gerações mais novas tenham um leque variado de oportunidades, que se igualem ás da união europeia, em que Portugal está inserido.
Cavaco não avança com promessas de projectos futuros para Portugal, apenas diz que se for eleito irá procurar um caminho de progresso e justiça social.
Foi com palavras algo vagas, dizendo o que todo o Portugal já sabe e que tem vindo a sentir na pele, que cavaco anuncia a sua candidatura oficial.
segunda-feira, outubro 10, 2005
Bairro da Rosa passa noite calma
Bairro da Rosa permanece calmo depois da sessão de tiros iniciada no dia de ontem.
Não parece o mesmo bairro que no dia de ontem, durante cerca de dez minutos, esteve debaixo de fogo cerrado.Os movimentos que se registam na noite de hoje, são os costumeiros de todas as noites nos Bairros do Ingote e da Rosa. Carros a chegar, carros a saír, pessoas a entrar nos prédios, e a saír.Carros que se encontram e trocam palavras no centro do Bairro do ingote; bairro bastante vivo tanto de dia como de noite.
Artigo de opinião- A DROGA EXISTE
Ela existe, não é um pesadelo que se tem durante o sono!
A droga existe, é um facto.
A droga é ilegal, e é consumida, comprada e vendida na mesma, é outro facto.
O estado não liberaliza as drogas leves, nem informa devidamente sobre o seu uso, mais outro facto.
A droga faz mal, é prejudicial para a saúde e vicia....é o argumento.
O problema da droga atinge, nos dias de hoje, uma proporção nunca antes vista.Surgem novas drogas, as ditas "psicadélicas", as preferidas da camada jovem, dos amantes de música electrónica.
Por "todo" o lado se vê grupos a fumar haxixe, que é um estupefaciente não permitido por lei, na teoria claro, porque na prática, os consumidores vão desde as camadas mais jovens até aos mais crescidos, e já não existe o esforço de se esconder para enrolar um cigarro de haxixe.
Este facto, leva-nos a pensar, porque é que as drogas leves não são liberalizadas de uma vez por todas, e porque é que o estado insiste em colocar tudo no "mesmo saco".
Digo isto, por experiências que vi, e que vejo constantemente. No tempo que vivemos, as drogas chegam á vida das pessoas, quando ainda nem adolescêntes são, é uma realidade; chega quanda ainda não têem uma personalidade formada, uma consciência critica e social formada; e a única coisa que sabem sobre DROGA, é que é mau, que faz mal.
Conhecem o nome "droga" apenas; um dia experimentam um cigarro de maconha, e constatam que afinal não é assim tão medonho, que o que ouviam era um exagero, faltou-lhes informaçao fundamental sobre o assunto; um dia mais tarde alguém aparece com umas pastilhas, e dizem que é "droga", que é mais ou menos a mesma coisa que fumar, e lá vai um LSD, ou seja o que for.
A droga até pode ser ilegal, tudo bem, todos temos a consciência dos problemas que a droga traz por arrasto, para quem não tem informação, mas não é por isso que ela deixa de existir, não é por se verem toxicodependentes na televisão a fazer programas de recuperação, que se sabe o que é a droga!
Nenhum toxicodependente começou logo a injectar para a veia drogas pesadas! NENHUM!
A droga, hoje mais do que nunca, tem de ser debatida, discutida, e sem dúvida nenhuma, formar e informar todos as pessoas sobre o que é a droga?.....
A droga existe, é um facto.
A droga é ilegal, e é consumida, comprada e vendida na mesma, é outro facto.
O estado não liberaliza as drogas leves, nem informa devidamente sobre o seu uso, mais outro facto.
A droga faz mal, é prejudicial para a saúde e vicia....é o argumento.
O problema da droga atinge, nos dias de hoje, uma proporção nunca antes vista.Surgem novas drogas, as ditas "psicadélicas", as preferidas da camada jovem, dos amantes de música electrónica.
Por "todo" o lado se vê grupos a fumar haxixe, que é um estupefaciente não permitido por lei, na teoria claro, porque na prática, os consumidores vão desde as camadas mais jovens até aos mais crescidos, e já não existe o esforço de se esconder para enrolar um cigarro de haxixe.
Este facto, leva-nos a pensar, porque é que as drogas leves não são liberalizadas de uma vez por todas, e porque é que o estado insiste em colocar tudo no "mesmo saco".
Digo isto, por experiências que vi, e que vejo constantemente. No tempo que vivemos, as drogas chegam á vida das pessoas, quando ainda nem adolescêntes são, é uma realidade; chega quanda ainda não têem uma personalidade formada, uma consciência critica e social formada; e a única coisa que sabem sobre DROGA, é que é mau, que faz mal.
Conhecem o nome "droga" apenas; um dia experimentam um cigarro de maconha, e constatam que afinal não é assim tão medonho, que o que ouviam era um exagero, faltou-lhes informaçao fundamental sobre o assunto; um dia mais tarde alguém aparece com umas pastilhas, e dizem que é "droga", que é mais ou menos a mesma coisa que fumar, e lá vai um LSD, ou seja o que for.
A droga até pode ser ilegal, tudo bem, todos temos a consciência dos problemas que a droga traz por arrasto, para quem não tem informação, mas não é por isso que ela deixa de existir, não é por se verem toxicodependentes na televisão a fazer programas de recuperação, que se sabe o que é a droga!
Nenhum toxicodependente começou logo a injectar para a veia drogas pesadas! NENHUM!
A droga, hoje mais do que nunca, tem de ser debatida, discutida, e sem dúvida nenhuma, formar e informar todos as pessoas sobre o que é a droga?.....
domingo, outubro 09, 2005
Um costume antigo: Beber um copo
Breve contexto histórico
Desde sempre que o álcool faz parte de todas as sociedades, inclusive da portuguesa.
Os primeiros registos do consumo de álcool transportam-nos para aproximadamente 6000 a.C. segundo dados de registos arqueológicos.
Toda a história da humanidade está ligada ao consumo de álcool, é dos costumes mais antigos, para se conviver socialmente; o mais curioso, é o facto de o vinho ser associado a uma substância divina, como exemplo disso encontramos na mitologia grega deuses que consomem vinho; e mais tarde, depois de Cristo, o vinho é associado ao seu próprio sangue.
Numa fase inicial, as bebidas tinham um grau alcoólico relativamente baixo, como o vinho e a cerveja, devido ao processo de fermentação; no entanto, na idade media, os Árabes deram a conhecer à Europa um novo processo: a Destilação, é então que surgem novos tipos de bebidas, as destiladas, de maior grau de alcoolemia.
A bebida passou a ser encarada como uma espécie de remédio para todas as doenças, é daí que nasce a palavra whisky (origem no gálico usquebaugh) que significa Água da vida.
A droga legal
O álcool é uma droga psicotrópica por dois motivos:
1º Actua no sistema nervoso central, e altera o seu funcionamento, essa alteração vai reflectir-se numa mudança de comportamentos de quem o consome;2º O álcool é um forte potencial para desenvolver dependência.
Se numa primeira fase a ingestão de álcool pode ser estimulante, provocando estados de euforia, e uma grande facilidade para falar; já numa segunda fase, com o seu uso continuado, em vez de estimulante passa a depressor, que resulta na falta de coordenação motora, descontrole e sono.
Apesar da lei actual controlar, na teoria, o consumo de álcool, nomeadamente no que diz respeito ao trânsito, a verdade é que as autoridades não têm mãos a medir para controlar todos os condutores, e os acidentes por consumo excessivo de álcool continuam a acontecer, o controlo do consumo de álcool nas estradas (principalmente) é uma prática que vai depender do bom-senso de cada um.
O consumo legal do álcool pode levar a pensar em algumas contradições, tanto sociais como religiosas.
A igreja “condena” vícios, o álcool é uma droga altamente viciante e depressora; o Estado não legaliza as drogas leves como o haxixe, quando o consumo de álcool a longo prazo, pode levar a uma dependência conhecida como alcoolismo.
É de salientar aqui, que o álcool é uma droga psicotrópica, e que o seu consumo é legal e muitas vezes incentivado pela sociedade.
O álcool é legal, qualquer um lhe tem acesso.
O estado é contra o uso de drogas.
O que é o álcool?
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